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Nome: Michael Schumacher
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| Número: 1
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Nome: Rubens Barrichello
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| Número: 2
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RESULTADOS 2003
| circuito |
posição |
pontos |
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Austrália
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4
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5
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Malásia
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1
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11
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Brasil
|
-
|
0
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San Marino
|
1
|
16
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|
Espanha
|
1
|
16
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|
Áustria
|
1
|
16
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|
Mônaco
|
4
|
7
|
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Canadá
|
2
|
14
|
|
Europa
|
2
|
10
|
|
França
|
3
|
8
|
|
Inglaterra
|
1
|
15
|
|
Alemanha
|
5
|
2
|
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Hungria
|
5
|
1
|
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Itália
|
1
|
16
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Estados Unidos
|
1
|
10
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Japão
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2
|
11
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| TOTAL |
1 |
158 |
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História Na Fórmula 1, vermelho significa Ferrari. Não é sem motivo que a equipe
italiana é a mais tradicional e famosa dentro do circo da categoria mais
charmosa do automobilismo. E tem história: é a única equipe a ter
disputado todos os mundiais da categoria desde 1950, quando a Fórmula 1
foi criada.
Na realidade, a atual equipe do pentacampeão mundial Michael Schumacher e
do brasileiro Rubens Barrichello já fazia história no automobilismo antes
da Segunda Guerra Mundial. Com o início da F-1 iniciou uma dura luta
contra a Alfa Romeo, maior rival da época e hoje parte do Grupo Fiat,
assim como o próprio time ferrarista.
Na era romântica da categoria , Juan Manuel Fangio, o argentino voador,
foi o nome mais famoso do time. Com seus cinco títulos mundiais, como
Schumacher, ele deteve durante longa data (de 1957 até 2002) um reinado
que parecia não poder ser ameaçado. Igualado, Fangio pode ser superado
por um outro ferrarista.
No chamado período moderno da categoria, os torcedores ferraristas
viveram um jejum inacreditável. Desde o título do sul-africano Jody
Schekter, em 1979, foram longos 21 anos até que o alemão Michael
Schumacher voltassse a ser campeão mundial de pilotos em 2000.
Em toda história, apenas três brasileiros aceleraram os carros de
Maranello: Rubens Barrichello, Luciano Burti e Roberto Pupo Moreno. Os
dois últimos apenas como pilotos de testes. Felipe Massa também tem o
mesmo prazer este ano. |
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