| Após 16 anos trabalhando em parceria com outras escuderias, a Renault
resolveu voltar a ter seu próprio time de F-1. Em 2000 assumiu o controle
da Benetton e no ano passado assumiu todo o controle da escuderia,
batizando-a com seu nome.
A Renault já teve uma escuderia entre 77 e 85. O melhor desempenho foi
alcançado em 83: um segundo lugar na disputa de construtores, tendo o
então jovem francês Alan Prost como piloto.
A montadora francesa forneceu motores para a Lotus em 86, mas ficou
totalmente afastada da categoria em 87 e 88. O retorno aconteceu em 89
com a Williams. A parceria rendeu cinco títulos de construtores e seguiu
até 96, quando houve um novo afastamento, que durou até o ano passado.
Antes de comprar a Benetton, os franceses já haviam fornecido motor para
a equipe em 95.
Como 'estreante', a Renault teve um início louvável. Terminou o Mundial
de Construtores de 2002 na quarta colocação, ficando atrás apenas das
grandes equipes. |